terça-feira, 14 de julho de 2009

A busca por uma alimentação saudável.


Desde os tempos mais remotos, o homem vem prezando pelo seu bem estar. E isso envolve um dos nossos instintos primários, a busca pela alimentação.

A nossa alimentação atual, é resultante de uma miscigenação cultural, e não deve ser vista apenas como um meio de “acabar” com a fome, os alimentos não são somente alimentos.
Existe um ato nutricional atrelado à alimentação, um ato involuntário, o que nos faz ver que além de se alimentar, nós estamos ingerindo nutrientes importantes para a manutenção e promoção da saúde.

A busca pela alimentação seja para saciar a fome ou nutrir-se adequadamente, tem se adequado à época vivenciada pela humanidade em geral, que vai das condições de higiene e saúde precárias da Idade Média à intensa preocupação com a qualidade higienico-sanitario na produção dos alimentos nos dias de hoje.

Esta última preocupação pode ser observada com a expansão do consumo de alimentos fora do domicílio na década de 90. Devido, principalmente às mudanças no estilo de vida, à maior participação da mulher no mercado de trabalho e à concentração populacional nos grandes centros urbanos.

E cursando com o aumento da alimentação fora de casa, entramos em uma época de transição nutricional, onde a desnutrição prevalente em países subdesenvolvidos deu espaço às doenças crônico-degenerativas (diabetes, hipertensão, obesidade, etc.) no mundo inteiro, sem distinção de classe econômica.

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, em 2000, a obesidade é doença de maior risco, além de ser considerado um dos problemas contemporâneos de saúde mais negligenciados em todo o mundo.

Em 1995, estimava-se que havia, em todo o mundo:

  • 200 milhões de adultos obesos;
  • 18 milhões de crianças menores de cinco anos com sobrepeso;

E no ano de 2000, o número de adultos obesos subiu para mais de

300 milhões.

Mediante os fatos expostos, podemos destacar dois grandes vilões da alimentação atual: as condições precárias higienico-sanitario de produção dos alimentos fora de casa e o crescimento descontrolado das doenças crônico-degenerativas, principalmente da Obesidade.

Estes "vilões" tem incentivado a profissionais da área e indivíduos preocupados com sua saúde a buscarem uma alimentação segura, saudável e adequada ao seu rendimento financeiro, lembrando que a promoção e a formação de hábitos alimentares devem ser estimulados pelos profissionais da area da saúde, principalmente na infância, que é onde todos os hábitos alimentares são formados, constituindo importante componente na promoção, manutenção e melhoria da saúde e qualidade de vida.


Fonte:

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)- Brasil (Informativo)

Disponivel em: http://www.opas.org.br.

VEIGA, C.F. et al. Estudo das condições sanitárias de estabelecimentos comerciais de manipulação de alimentos do município de Maringá, PR. Revista Higiene Alimentar, v.20, n.138, p.28-35, jan. / fev. 2006. Disponivel em: http://www.higienealimentar.com.br.





3 comentários:

Tatai Marques disse...

Bom saber que vc faz nutrição! Se vc se dedicar messsmo, te deixo ser meu nutricionista particular... uahahuahua

Phil disse...

Eu acho que as pessoas deveriam se preocupar mais com a saúde!

Hiago disse...

\omg eu to obeso =O